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Energia Solar: por que investir é um bom negócio?



A energia solar é um dos negócios que mais crescem no Brasil e no mundo, quando falamos em energia limpa. Especialmente em uma época em que cada vez mais as empresas se dedicam não só para ter menos impacto no meio ambiente, mas também para reduzir custos e trabalhar com máxima eficácia.


Quando falamos em utilizá-la, nos referimos à adoção de alguma tecnologia, que aproveita o calor e luz da energia do sol, de diversas formas.


É possível aproveitar o sistema fotovoltaico, por exemplo, para captá-la e transformá-la em energia elétrica, para alimentar aparelhos diversos em residências, prédios comerciais, indústrias ou propriedades rurais.


Há alguns anos, a energia solar tem se tornado cada vez mais acessível e, consequentemente, mais popular.


Para começar, usá-la é optar por uma fonte renovável, que traz diversas vantagens. Além de ser infinita, dada sua fonte ser o sol, ela é produzida sem danos à natureza, pois o processo não gera poluentes. Aliás, ela promove a economia com a energia elétrica tradicional, o que faz diferença em termos de sustentabilidade.


Além disso, tem aumentado o interesse das pessoas por gerar sua própria energia. Nesse caso, as vantagens envolvem também um investimento mediano, valorização de imóveis, contas de energia mais baratas, manutenção baixa e a durabilidade dos painéis solares por décadas.


Sendo assim, não é à toa que o mercado de energia solar deu um salto. Segundo a Absolar, em 2017, 17% da potência de energia solar no Brasil era correspondente à geração distribuída — sistema que envolve a geração no local ou próximo a ele, como em casas e outros tipos de imóveis.


Já em maio de 2021, esse número correspondia a 64%. Além disso, no período de apuração da pesquisa, desde 2012, os investimentos significaram:

● mais de 9,1 GW gerados, colocando a energia solar fotovoltaica como geradora de 1,8% da matriz energética brasileira;

● Mais de 500.000 sistemas fotovoltaicos conectados à rede;

● 0,7% dos consumidores brasileiros de energia elétrica recebendo créditos por seus painéis em funcionamento;

● 40,7% e 36,6% da geração distribuída correspondendo a residências e ao comércio, respectivamente;

● mais de 9,9% milhões de toneladas de CO² evitadas na produção de energia elétrica;

● mais de 390 mil novos empregos.


O meio ambiente agradece

A geração de energia elétrica atual, oferecido pelas distribuidoras, é obtida por usinas hidrelétricas. Ou seja, milhões de litros de água são utilizados diariamente para gerar energia elétrica. Sem mencionar, o desmatamento e a contribuição para a extinção de espécies de animais.


Muitas vezes, espécies são expulsas de seus habitats naturais para que as usinas ganhem espaço e continuem gerando energia. Vale lembrar que essa fonte de energia é finita e está a cada dia mais escassa. Sendo assim, podemos afirmar que o sistema atual é totalmente insustentável e causa sérios impactos negativos ao meio ambiente.


A energia solar, por sua vez, consiste em uma fonte limpa e sustentável, já que a incidência de luz solar acontece todos os dias sem prejudicar o planeta. Entre os aspectos positivos de instalar um sistema fotovoltaico em sua residência, está o fato de que você contribui diretamente para a redução de poluentes, do efeito estufa, entre outros fatores que prejudicam o planeta. Tudo isso está diretamente ligado ao fato de que a obtenção de energia solar não necessita de geradores ou turbinas que emitem CO² na atmosfera. Além disso, cada painel que compõe um sistema fotovoltaico equivale à plantação de três árvores.


Outra vantagem da energia solar é não emitir gases poluentes na atmosfera, como as formas convencionais de produção de eletricidade. A geração de energia elétrica não provoca ruídos e nem qualquer tipo de poluição. Por isso, os sistemas fotovoltaicos podem ser implantados em áreas residenciais, sem prejudicar a vizinhança.


Economia e retorno de investimento em pouco tempo

Se você gosta de ter total controle sobre os seus gastos, não precisará mais se preocupar com a imprevisibilidade das bandeiras tarifárias, já que a economia de energia é imediata após a instalação do equipamento.


Além disso, o sistema fotovoltaico proporciona um significativo retorno financeiro sobre o valor investido, já que o equipamento tem uma vida útil garantida pelos fabricantes de até 25 anos. Após esse período, com a manutenção em dia, estima-se que esses módulos possam durar até 40 anos, produzindo 80% da sua capacidade.


Geralmente, o investimento nos sistemas fotovoltaicos é pago em 3 ou 4 anos, dependendo de alguns fatores, como o tipo de financiamento, e logo você já produzirá a sua própria energia e colherá os seus benefícios.


Vale mencionar, ainda, que um dos motivos que tornam o sistema fotovoltaico um excelente investimento é que o imóvel tem uma valorização significativa quando conta com esse tipo de equipamento instalado, já que construções sustentáveis são uma tendência em ascensão no mercado imobiliário.


Usa pouco espaço e o custo da manutenção é baixo

Os módulos solares podem ser instalados em locais onde não haja coberturas ou telhados, sem a necessidade de comprometer áreas úteis dentro dos imóveis.


O sistema fotovoltaico é muito versátil e pode ser implantado em residências, comércios, indústrias e em propriedades rurais. O ponto fundamental é que o local de instalação dos módulos seja em pontos de acesso constante à luz solar.


Nas casas, os painéis solares, normalmente, são colocados nos telhados e nas coberturas dos imóveis. Em condomínios, os sistemas costumam ser implantados no telhado, mas também podem ser instalados nas fachadas dos prédios. Outra opção para esses locais é usar o carpot, estruturas modulares muito usadas em estacionamentos. Nas indústrias e nas propriedades rurais, os painéis solares podem ser instalados de maneira suspensa no chão, caso haja espaço adequado.


Já em relação à manutenção dos sistemas fotovoltaicos, é simples e barata. Para garantir a eficiência na geração de energia, basta manter os painéis solares limpos. Essa limpeza deve ser feita de duas a três vezes por ano, dependendo da região em que estão instalados, apenas com água e de cima para baixo. Em casos em que seja necessário remover sujeiras mais resistentes, é indicado usar uma esponja macia ou um pano, passando de forma suave para não arranhar a superfície dos painéis solares.